Papel em branco. Cabeça em preto.
Papel sem linhas. Cabeça aos nós.
Papel liso. Cabeça amarrotada.
Um mundo para dizer - num mundo sem palavras que cheguem para uma única frase.
Papel sem linhas. Cabeça aos nós.
Papel liso. Cabeça amarrotada.
Um mundo para dizer - num mundo sem palavras que cheguem para uma única frase.
Há tanto que te quero contar. Há tanto de mim que tens de ver. De sentir. De perceber. De que tens de te aperceber. Há tanto cá dentro guardado para ti.
E pq não contas? arrisca!
ResponderEliminarSejas quem fores "Tu"...
ResponderEliminarPorque, para contar, é preciso haver do outro lado quem esteja disposto a ouvir.
Por vezes pensamos que o outro lado não está disposto a ouvir, e quando arriscamos temos surpresas. :)
ResponderEliminarE quem és "Tu", "Eu"? Não me dizes?
ResponderEliminarO outro lado ainda só não ouviu porque não quis... :)
O "Eu" é simplesmente alguém que tem preguiça de escrever Sandra e que gosta de ler o que escreves e que não percebe o porquê de tanto conflito na tua alma.
ResponderEliminarE já mostraste o teu "eu" ao outro lado? :)Quem sabe se o outro lado não terá coisas para te dizer?
Não percas a esperança.
:)
ResponderEliminarGaranto que tem razão de ser! Mas quem sabe... A seu tempo. =)
Um beijinho e obrigada pela visita! *
Acredito. :)
ResponderEliminarA tua única barreira só deverá ser caso o outro lado só esteja a ouvir e a falar para um outro lado... Aí é mais dificil.
Um dia ainda vou ler um final feliz neste teu cantinho.
Obrigada. :)
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