Detesto repentes. Detesto gente mimada. Detesto gente com a mania dos maus feitios. Detesto incompetentes. Detesto impostores. Detesto ladrões - sobretudo, detesto ladrões mascarados de honestos, honrados, sérios, símbolos de bons costumes e segurança. Detesto as manias das doenças. Detesto quando tudo corre mal e passa a correr ainda pior. Detesto secas. Detesto gente com a mania que tem mais direitos que os outros apenas por uma razão: porque sim. Detesto esta vida poucochinha. Detesto o cinzento do dia-após-dia-após-dia. Detesto isto. Detesto tudo.
25 março 2009
14 março 2009
Desafio.
Pois que a mim raramente ou nunca me dá para estas avarias, mas vá. Seja. Ele convidou e eu aceitei, com certeza.
Por isso, vamos lá - e reza assim:
- Tenho de linkar o blog que me deu o "prémio" (já está linkado lá em cima).
- Escrever as regras no meu blog (como se pode ver).
- Contar 6 coisas aleatórias sobre mim (vai ser bonito, vai vai...).
- Indicar mais 6 blogs (Seis?? Oh, Deus!!).
- Comentar o blog de quem escolher (mais oui).
- Deixar os indicados saberem quando eu publicar o meu post (bale, bale).
Posto isto...
1. Confesso que fazer desporto, para mim, é uma das grandes torturas a que me posso sujeitar. O único desporto que me agrada é badminton - que não jogo porque não posso (mas isso é outra história, que não vem ao caso). O único desporto que me é aconselhado fazer dá pelo nome de hidroginástica - sim, é verdade. Sofia Covas confessa ao mundo, pela primeira vez (e única, porque nunca mais vou ter coragem para admitir isto), que fez hidroginástica durante muuuuuuito tempo. Sim, com as velhotas, e tal. Excusam-se comentários - até porque é modalidade que já não pratico há um tempinho razoável.
2. Em maré de confissões... Talvez valha a pena admitir que há um lado nostálgico na minha pessoa que por vezes gosta de ouvir coisas tão delicodoces como Backstreet Boys... ou Boyzone... ou Westlife... Isto muito em memória dos meus tempos de adolescente, note-se!
3. Tenho uma espécie de ataques de pânico sempre que o telefone de casa toca e do outro lado não está ninguém. Não sei explicar porquê... Não é que tenha medo, nada disso. Mas faz-me muita, muita confusão. Fico com uma espécie de aperto no peito... Só sei que é uma sensação horrível.
4. Tenho fobia de tudo o que é bicharoco - as aranhas são a loucura completa, mas tudo o que esvoaça, trepa, pica, zumbe ou rasteja tira-me anos e anos e anos de vida. Dá-me uma descompensação nervosa - aliás, se eu um dia ficar doida, já sabem: a culpa foi dos bicharocos. (Pode não parecer, mas isto é muito sério.)
5. Adoro o que faço. Adoro o meu trabalho, e tudo o que ele inclui... E gosto muito de 95% das pessoas com quem trabalho. No Rádio Clube encontrei gente maravilhosa, e encontrei o trabalho que realmente me faz bem, e que por isso não sabe a trabalho. E a verdade que ainda não contei a ninguém é que trago um aperto enorme no peito, porque algo me diz que não vou ficar por lá muito mais tempo. E dói pensar em vir-me embora. Pelo que faço... E pelas pessoas que vou deixar para trás!
6. (Atenção: tenho uma tendência para acreditar em coisas tolas, peço desculpa!) Quero a minha grande história de amor. Uma daquelas que são a sério, que são mágicas, que fazem borboletas no estômago e que dão todas as cores à vida. Uma daquelas histórias intensas, cheias de momentos únicos, especiais. Porque eu acredito no Amor...
...
Ufa.
Quanto aos seis blogs:
* Alma
* Narrativas de um monstro
* Rebuçado de manjericão
* Tudo o que tenho cá dentro
* Relatos de um ruivo
* Parvoíces minhas
...
E agora vou dormir. Amanhã convido este mundo todo para fazer o mesmo que eu!!
Por isso, vamos lá - e reza assim:
- Tenho de linkar o blog que me deu o "prémio" (já está linkado lá em cima).
- Escrever as regras no meu blog (como se pode ver).
- Contar 6 coisas aleatórias sobre mim (vai ser bonito, vai vai...).
- Indicar mais 6 blogs (Seis?? Oh, Deus!!).
- Comentar o blog de quem escolher (mais oui).
- Deixar os indicados saberem quando eu publicar o meu post (bale, bale).
Posto isto...
1. Confesso que fazer desporto, para mim, é uma das grandes torturas a que me posso sujeitar. O único desporto que me agrada é badminton - que não jogo porque não posso (mas isso é outra história, que não vem ao caso). O único desporto que me é aconselhado fazer dá pelo nome de hidroginástica - sim, é verdade. Sofia Covas confessa ao mundo, pela primeira vez (e única, porque nunca mais vou ter coragem para admitir isto), que fez hidroginástica durante muuuuuuito tempo. Sim, com as velhotas, e tal. Excusam-se comentários - até porque é modalidade que já não pratico há um tempinho razoável.
2. Em maré de confissões... Talvez valha a pena admitir que há um lado nostálgico na minha pessoa que por vezes gosta de ouvir coisas tão delicodoces como Backstreet Boys... ou Boyzone... ou Westlife... Isto muito em memória dos meus tempos de adolescente, note-se!
3. Tenho uma espécie de ataques de pânico sempre que o telefone de casa toca e do outro lado não está ninguém. Não sei explicar porquê... Não é que tenha medo, nada disso. Mas faz-me muita, muita confusão. Fico com uma espécie de aperto no peito... Só sei que é uma sensação horrível.
4. Tenho fobia de tudo o que é bicharoco - as aranhas são a loucura completa, mas tudo o que esvoaça, trepa, pica, zumbe ou rasteja tira-me anos e anos e anos de vida. Dá-me uma descompensação nervosa - aliás, se eu um dia ficar doida, já sabem: a culpa foi dos bicharocos. (Pode não parecer, mas isto é muito sério.)
5. Adoro o que faço. Adoro o meu trabalho, e tudo o que ele inclui... E gosto muito de 95% das pessoas com quem trabalho. No Rádio Clube encontrei gente maravilhosa, e encontrei o trabalho que realmente me faz bem, e que por isso não sabe a trabalho. E a verdade que ainda não contei a ninguém é que trago um aperto enorme no peito, porque algo me diz que não vou ficar por lá muito mais tempo. E dói pensar em vir-me embora. Pelo que faço... E pelas pessoas que vou deixar para trás!
6. (Atenção: tenho uma tendência para acreditar em coisas tolas, peço desculpa!) Quero a minha grande história de amor. Uma daquelas que são a sério, que são mágicas, que fazem borboletas no estômago e que dão todas as cores à vida. Uma daquelas histórias intensas, cheias de momentos únicos, especiais. Porque eu acredito no Amor...
...
Ufa.
Quanto aos seis blogs:
* Alma
* Narrativas de um monstro
* Rebuçado de manjericão
* Tudo o que tenho cá dentro
* Relatos de um ruivo
* Parvoíces minhas
...
E agora vou dormir. Amanhã convido este mundo todo para fazer o mesmo que eu!!
13 março 2009
10 março 2009
22 fevereiro 2009
Aos Homens Deste País.
Façam-me um favor: sejam preguiçosos, armados em bons, olhem para nós como se fossemos tontinhas ou burrinhas ou algo do género... Mas, pelo amor da santa, sejam cavalheiros. Quando virem duas mulheres «em apuros» - traduzindo, duas mulheres com o pneu do carro furado -, ofereçam-se para ajudar.
Foi o que aconteceu hoje. Duas mulheres, pneu furado. E não foram nem um, nem dois, nem três ou quatro ou cinco nobres infantes que não pararam. Que viraram a cara como quem diz «Tralalááá... Não estou a ver nada... Oh pa' mim tão distraídinho...» Não. Nem foram seis, nem sete, nem oito. Estava demasiado ocupada (!!) para os contar, mas foram pelo menos uns dez. Ah, pois. Dez!! Duas mulheres de volta de um pneu (e, consequentemente, de porcas, parafusos, jantes, roscas, macaco, chaves) e dez senhores, pelo menos, que nem olhavam duas vezes. Ou ignoravam ou fugiam. E não me venham com a conversa de que a culpa até é das mulheres, que têm a mania que querem ser iguais. Aposto que nunca ninguém me ouviu exigir igualdade no que toca a mecânica - ou a uma imensidão de outras coisas!
E, no entanto, quando eu já deitava mais fumo que o carro, tinha as mãos repletas de óleo, estava cansada, estafada - mas com a viatura quase quase prontinha a circular -, e depois de emitir uma série de impropérios pouco dignos relativamente ao sexo masculino, eis senão quando apareceram, vindos não sei de onde, dois homens. Prestáveis, ainda por cima! Acabaram de apertar o pneu novo, só, porque o resto já estava feito. Mas ganharam para sempre a minha gratidão. No meio de tanta falta de homens prontos a porem os braços ao serviço de duas donzelas aflitas, apareceram os dois, ofereceram ajuda e salvaram um pedacinho da situação.
Se por acaso aqui chegarem... Obrigada! Espero que tenham noção de que são uma espécie em vias de extinção.
Foi o que aconteceu hoje. Duas mulheres, pneu furado. E não foram nem um, nem dois, nem três ou quatro ou cinco nobres infantes que não pararam. Que viraram a cara como quem diz «Tralalááá... Não estou a ver nada... Oh pa' mim tão distraídinho...» Não. Nem foram seis, nem sete, nem oito. Estava demasiado ocupada (!!) para os contar, mas foram pelo menos uns dez. Ah, pois. Dez!! Duas mulheres de volta de um pneu (e, consequentemente, de porcas, parafusos, jantes, roscas, macaco, chaves) e dez senhores, pelo menos, que nem olhavam duas vezes. Ou ignoravam ou fugiam. E não me venham com a conversa de que a culpa até é das mulheres, que têm a mania que querem ser iguais. Aposto que nunca ninguém me ouviu exigir igualdade no que toca a mecânica - ou a uma imensidão de outras coisas!
E, no entanto, quando eu já deitava mais fumo que o carro, tinha as mãos repletas de óleo, estava cansada, estafada - mas com a viatura quase quase prontinha a circular -, e depois de emitir uma série de impropérios pouco dignos relativamente ao sexo masculino, eis senão quando apareceram, vindos não sei de onde, dois homens. Prestáveis, ainda por cima! Acabaram de apertar o pneu novo, só, porque o resto já estava feito. Mas ganharam para sempre a minha gratidão. No meio de tanta falta de homens prontos a porem os braços ao serviço de duas donzelas aflitas, apareceram os dois, ofereceram ajuda e salvaram um pedacinho da situação.
Se por acaso aqui chegarem... Obrigada! Espero que tenham noção de que são uma espécie em vias de extinção.
19 fevereiro 2009
16 fevereiro 2009
Carta aberta.
Ao homem da minha vida,
Sejas lá tu quem fores, de certeza que mereces, precisamente por seres o homem da minha vida (oculto, mas enfim), umas palavrinhas bonitas da minha parte.
Estas não fui eu a escrever - quem dera! As boas ideias foram deles. Que, diga-se de passagem, têm tido muitas ideias geniais ao longo do tempo. E é um tesouro, esta música.
Atenção... Faça-se silêncio... E aqui vai disto: Get to Me.
Sejas lá tu quem fores, de certeza que mereces, precisamente por seres o homem da minha vida (oculto, mas enfim), umas palavrinhas bonitas da minha parte.
Estas não fui eu a escrever - quem dera! As boas ideias foram deles. Que, diga-se de passagem, têm tido muitas ideias geniais ao longo do tempo. E é um tesouro, esta música.
Atenção... Faça-se silêncio... E aqui vai disto: Get to Me.
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Well an airplane's faster than a Cadillac,
And a whole lot smoother than a camel's back,
But I don't care how you get to me...
Just get to me.
Parasail or first class mail,
Get on the back of a Nightingale,
Just get to me, I don't care, just get to me...
Prokeds, mopeds take a limousine instead,
They ain't cheap but they're easy to find.
Get on the highway, point yourself my way,
Take a roller coaster that comes in sideways,
Just get to me... Yeah
Go on, hitch a ride on the back of a butterfly,
There's no better way to fly to get to me...
I look around at what I got, and without you, it ain't a lot,
But I got everything, with you, everything...
Or maybe you could pollinate over the Golden Gate,
Take a left hand turn at the corner of Haight,
And then a sharp right at the first street light,
And get yourself on a motor bike...
And if you think you'll get stuck in a traffic jam,
That's fine, send yourself through a telephone line,
It doesn't matter how you get to me...
Just get to me.
'Cause after every day,
The wind blows the night time my way,
And I imagine that you are above me like a star.
And you keep on glowing,
And you keep on showing me the way...
Shine, shine, shine...
Go on, hitch a ride on the back of a butterfly,
There's no better way to fly to get to me...
I look around at what I got, and without you, it ain't a lot,
But I got everything, with you, everything...
Go on, hitch a ride on the back of a butterfly,
There's no better way to fly to get to me...
I look around at what I got, and without you, it ain't a lot,
But I got everything, with you, everything...
And I got everything, with you, everything...
And I got everything, with you, everything...
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Sim. Deixa-me apenas descobrir-te, homem da minha vida, e prometo-te que chego a ti custe o que custar, de uma maneira ou de outra...
Nem que seja preciso "enviar-me" «through a telephone line».
(Sou só eu que às vezes acho que certas letras e músicas foram escritas especialmente para mim? Para se adequarem às minhas ideias, ao meu feitio e aos meus sonhos?)
14 fevereiro 2009
05 fevereiro 2009
Denso e cerrado.
Há alguma coisa de mal, pergunto eu, em gostar dessa redoma claustrofóbica mas tão agradável chamada nevoeiro? Não ver nada de nada de nada à minha volta, de momento que não esteja dentro de um carro, tem qualquer coisa a ver com a maior paz do mundo. Parece que estar enclausurada em vapor absorve o que vai dentro de mim. Fico... em vácuo!
E isso não tem nada, nada de mal.
01 fevereiro 2009
Só.
Há momentos em que estou rodeada de gente que sei que gosta muito de mim, e de quem eu também gosto muito, e, no meio de qualquer tarefa absolutamente insuspeita, há um aperto no meu peito - chamado solidão. Tanta gente à minha volta que sei que me adora, e eu sentir-me assim, tão, tão só.
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