24 julho 2009

Sabem o que é que vai ser bom?

Mesmo, mesmo, mas mesmo MUITO bom?

...

Sabem?

...

Isto:





Isto. Isto vai ser bom. Muito Bom.



(Nunca mais é Setembro...)

23 julho 2009

Done with it.

O desconforto é tão grande, a desmotivação pesa tanto, a descrença aperta de tal maneira o peito. Injustiças, descabimentos, impossibilidades.

Quem me leva daqui? Para longe - o suficiente para me esquecer do caminho de volta, não vá a tentação empurrar-me em direcção ao conhecido. Em direcção ao mesmo. Estou farta e não quero mais.

20 julho 2009

Grávidos de um Rei.

Irritam-me, certas pessoas. Bem finjo que não, bem tento ignorar, mas irrita-me quem se queixa quando tem o dobro do que merece e faz metade (ou menos) do que devia fazer. Cresce-lhes o rei na barriga à velocidade da luz - é uma gravidez francamente anormal, de tão rápida e esquisita que é! De repente transformam-se... Deixam de ser comuns mortais e tornam-se em Suas Excelências os Mais Espertos e Donos de Toda a Razão Daqui e D'Além (quem lê isto que tenha a delicadeza, a decência, de se dobrar numa valente vénia).

Ontem, não sabiam nada. Hoje, continuam sem saber. Mas julgam que sabem. Acham-se Reis De Tudo E Mais Alguma Coisa, mas, em tanto tempo, não conquistaram nada. Não evoluíram nem um pedaço. Mas têm amigos!...

E, quem tem amigos, tem tudo. Por mais incompetente que se seja, a verdade, para o bem e para o mal, será sempre essa: quem tem amigos, tem tudo.

Quem tem amigos tem até a oportunidade de "engravidar" de importância. Não é para todos, não é um episódio de vida que qualquer um possa experimentar! É todo um cenário que surge, do nada, e só ao alcance de quem mantém os relacionamentos certos. E depois pode continuar-se preguiçoso, incompetente, desleixado... O que interessa é manter a personagem da «Pessoa Eficiente Que Sabe Mandar». Queixo levantado, nariz espetado para o ar, palavras ditas sem entoação, sem sentimento, palavras curtas, frias e cortantes como ordens dadas a seres reles. Sim... Porque o comum mortal não passa de uma "coisinha" que por aí deambula. (Mesmo que esse comum mortal saiba mais do que Sua Diviníssima Alteza Sabedora alguma vez virá a saber... Isso interessa, porventura?)

[Mesmo que essa personagem só seja convincente, até para os desconhecidos ou distraídos, por não mais que dois minutos e meio.]

22 junho 2009

Conversa tola do dia:

(Eu:) Quem sabe se BB não se esconde atrás do terceiro monte de Vila Velha de Ródão, a fazer um piquenique?

(Ela:) Sim! E salta e diz "CuCu".

(Quem não percebeu... Pronto, não percebeu. Há aqui muito segundo sentido e muita parvoeira à mistura, diga-se.)

17 junho 2009

Entre amigas

Uma amiga (tu) diz assim:

'Não mudes. Não saias daí nunca.'

Volvida a troca de mais algumas linhas... A outra amiga (eu) responde:

'E venha Paris, e venha Londres, e venham os Muse, e venha o Ben, e venha o mundo, e venha a vida repleta de tudo. Nós estamos juntas à espera!'

É bom ser tua amiga. É bom sermos assim como somos! Que era de nós... Sem nós? :)

(Há ainda que referir a pérola [tua, não minha] de ontem à tarde, repleta de tão grande sabedoria e sentido: 'Há homens que nos fazem querer ser espadas só para nos segurarem na mão.')

05 junho 2009

Só em jeito de... coisa nenhuma:

Há tanto tempo que não tinha esta sensação, repentina, muito tola e inesperada, de estar num sítio bem conhecido, um sítio familiar e repleto de gente, e de, de repente, pensar - melhor: sentir - «Sem ti aqui isto fica oco. Completamente vazio.»

Disparates. Apenas e só isso mesmo: disparates!

04 junho 2009

E escreveu-me ele assim, hoje:

«Tens de perceber certas coisas... Tens de perceber que é verdade... Que quando alguém não está bem, e tu te apercebes disso, a tua cara muda... Sorris de outra maneira... Toda a tua energia se acalma... Toda tu és serenidade, solidariedade e força, e todas estas coisas podem não sair da tua voz mas saem do teu sorriso e dos teus olhos.»

31 maio 2009

O que aí vem.

De certeza que, se me atirasse agora aos palpites, acertava.

Há um momento. Não sei se acontece várias vezes durante a vida ou apenas uma. Mas há um momento em que temos a certeza absoluta em relação ao fim das coisas. É uma sensação. Bem mais forte que um simples pressentimento.

Eu SEI como é que isto tudo vai acabar. Sei até os detalhes do fim. Sei cada passo, cada etapa. Consigo ver tudo, e claramente. Ver o tabuleiro, e ver as peças que vão cair, uma a uma. Sei as que vão cair primeiro e as que vão resistir até ao fim. Sei que algumas pensam que se vão salvar mas, no fim, ninguém se salva - por isso é que se chama fim. Sei que vai haver confusão, guerra, disparates, revolta... E que, no fim, vai mesmo tudo acabar. Vai desfazer-se em pó (metaforicamente). Das vozes, ficará apenas o silêncio.

Sei de tudo isto e sei em todo o detalhe. É como se, por uma vez na vida, pudesse ver o futuro melhor do que vejo o passado.

05 maio 2009

Acerca do passado, do presente, e do futuro.

E de repente cais a conta-gotas na minha vida, uma vez por semana, outra vez, mais uma vez.

E agora? Vá de arrumar ideias, que assim, não chego longe.

02 maio 2009

A um passageiro desconhecido.

Quero ver-te a entrar no autocarro, outra vez, todos os dias. Nem sei bem porquê. Não te conheço, sequer... Não sei quem és, de onde vens, o que fazes... Mas quero!

Apareces, por favor?